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Atividades complemtentares de História das turmas do Profº Adriano Ribeiro da escola estadual PEI Profª Dinorá Rocha.
Ainda na primeira semana de aula, foi trabalhado uma dinâmica já conhecida que chamei de "Carta para o futuro", pela qual os estudantes confeccionaram um envelope e dentro colocaram uma folha com alguns dizeres sobre eles mesmos, tais como: profissão que deseja exercer no futuro, seu comprometimento com suas realizações no decorrer do ano letivo de 2022 e uma mensagem escrita para si mesmos.
As correspondência foram lacradas e guardadas pelo professor.
Obs, ninguém e nem mesmo o professor irá ler ou saber o que cada estudante escreveu, com exceção quando o estudante autorizar ou dizer o que escreveu.
No mês de dezembro do ano letivo decorrente, o professor irá devolver os envelopes aos estudantes. Cada qual irá relembrar do que escreveu há 10 meses atrás e avaliar suas atitudes e realizações, confrontando o esperado e a realidade que foi vivenciada.
A partir de 2022 este blog será dedicado exclusivamente para exposição de atividades realizadas na escola estadual Profª Dinorá Rocha - PEI (Programa de Ensino Integral).
Neste dia 2 de fevereiro professoras e professores se reuniram em duplas para trabalharem dinâmicas como forma de acolhimento aos estudantes no primeiro dia de aula do ano letivo.
Os professores Adriano e Antônio trabalharam a dinâmica: "Tudo sobre mim".
Materiais: Uma
folha contendo o formulário abaixo:
Meu
nome é:
O
que eu mais gosto de fazer?
O
que menos gosto de fazer?
Uma
qualidade minha é:
Um
defeito meu é:
Qual
profissão desejo exercer:
Procedimento:
Para
realizar essa dinâmica de apresentação para o primeiro dia de aula o professor
deve reunir todos os alunos ou participantes num círculo, o movimento de
cadeiras e ajuste do círculo iniciará o entrosamento dos participantes.
Cada
aluno ou participante receberá uma folha contendo o formulário.
Os
alunos e participantes terão 10 minutos para responder.
Depois
dos 10 minutos cada um se apresentará ao grupo, lendo o que escreveu.
Esse
procedimento foi aplicado para estudantes dos 6° anos. Já nas outras turmas
(7°, 8° e 9°) a dinâmica foi alterada. Após os estudantes terem respondido o
formulário,vós professores iam lendo as perguntas e suas respostas. Aquele que
reconhecia suas respostas ficava calado e quando os demais tentavam adivinhar o
dono das respostas.
Dicas
Promover
um ambiente agradável e descontraído para que todos possam se apresentar.
Observar
se o participante tem um bom autoconhecimento, como reage as respostas de seus
colegas.
Tempo
de duração: 20 a 30 minutos
Faixa
etária: A partir de 10 anos
Como
resultado final, as respostas dadas pelos estudantes servirão de base para os
professores elaborarem seus planos de "Eletivas".
As atividades, aqui apresentadas, foram realizadas por estudantes das escolas estaduais Clodonil Cardoso e Profa. Dinorá Rocha, ambas do município de Iguape - SP.
Em janeiro de 1808 e com o apoio
da Inglaterra, a família real portuguesa chegou ao Brasil. Cerca de 15 mil
pessoas vieram com eles, o que totalizou cerca de 2% da população portuguesa da
época. Eles se instalaram na capital do Rio de Janeiro e permaneceram durante
12 anos ali.
Ameaçados pela invasão do francês
Napoleão Bonaparte, a família Real deixou Portugal para garantir que o país
continuasse independente.
Isso porque Napoleão decretou o
Bloqueio Continental em 1806, determinando o fechamento dos portos aos navios
ingleses.
Portugal, que apoiava a
Inglaterra e tinha grande relação comercial com esse país, não se submeteu ao
bloqueio. Isso levou a invasão de Napoleão às terras lusitanas.
Sendo assim, em outubro de 1807,
D. João e o rei da Inglaterra Jorge III, assinaram um decreto que transferia a
sede monárquica de Portugal para o Brasil.
Além disso, Portugal se
comprometia a assinar um tratado de comércio com a Inglaterra, quando chegasse
ao Brasil.
Foi dessa maneira que em 1808 o Pacto
Colonial, um acordo comercial entre a colônia e a metrópole, chega ao fim.
Nesse ano, Dom João instituiu a “Carta Régia”, a qual permitia a abertura dos
portos a outras nações amigas, inclusive a Inglaterra.
Diante disso, a economia do país
alavancou, no entanto, impediu o desenvolvimento das manufaturas no Brasil.
Isso porque grande parte dos produtos eram importados da Inglaterra.
Os produtos ingleses tinham uma
menor taxa alfandegária em relação aos outros países. Eles pagavam 15%,
enquanto as outras nações cerca de 24%.
Além da economia, o país, e
sobretudo a capital, que até então era o Rio de Janeiro, sofreram diversas
mudanças.
Muitas obras de caráter público
foram erigidas nesse período, por exemplo, a casa da moeda, o banco do Brasil,
o jardim botânico, dentre outras.
A Educação no Período Joanino
Na educação e na cultura, esse
período marcou diversos avanços nessas áreas. Isso porque muitos investimentos
foram feitos, o que podemos confirmar com a construção da Biblioteca Real, da
Academia Real de Belas Artes, da Imprensa Real, além das escolas de medicina.
Período Joanino e a
Independência do Brasil
Esse período da história do
Brasil influenciou diretamente no processo de independência do país.
Isso porque em 1815 a
administração do governo joanino extingui a condição de colônia ao Brasil. Foi
assim que o páis recebeu o título de “Reino Unido de Portugal e Algarves”,
tornando-se a sede administrativa de Portugal.
Esse fato deixou muito
descontentes os portugueses que estavam em Portugal. Com isso, eles exigiam o
retorno de Dom João IV, que por fim, retorna à Portugal para a Revolução
Liberal do Porto, em abril de 1821. Esse evento marcou o fim do período
joanino.
Em seu lugar permanece seu filho,
Dom Pedro I. O príncipe regente governou o país de 1822 a 1831, estabelecendo
em 1824, a primeira Constituição do país.
Quando Portugal exigiu seu
retorno, ele se recusou a voltar para a metrópole. Sendo assim, no dia 07 de
setembro de 1822, ele declara a Independência do Brasil.
Antes de começar, faça uma reflexão sobre a exploração do trabalho infantil. Para auxiliár na reflexão, assista o seguinrte vídeo sobre o Estatuto da Criaça e do Adolescente (ECA).
Agora assista este outro vídeo (trailer do filme Tempos Modernos de Charlie Chaplin)
A Revolução Industrial foi um
processo de grandes transformações econômico-sociais que começou na Inglaterra
no século XVIII. O modo de produção
industrial se espalhou por grande parte do hemisfério norte durante todo o
século XIX e início do século XX. Produzir
mercadorias ficou mais barato e acessível, porém trouxe a desorganização da
vida rural e estragos ao meio-ambiente.
Chamamos de Revolução Industrial
o processo que levou à substituição das ferramentas pelas máquinas, da energia
humana pela energia motriz e do modo de produção doméstico (ou artesanal) pelo
sistema fabril. O advento da produção em larga escala mecanizada deu início às
transformações dos países da Europa e da América do Norte. Estas nações se
transformaram em predominantemente industriais e suas populações se
concentraram cada vez mais nas cidades.
Causas da Revolução Industrial
·
A expansão do comércio internacional dos séculos
XVI e XVII trouxe um extraordinário aumento da riqueza para a burguesia. Isto
permitiu a acumulação de capital capaz de financiar o progresso técnico e o
alto custo da instalação nas indústrias.
·
A burguesia europeia, fortalecida e enriquecida,
passou a investir na elaboração de projetos para aperfeiçoamento das técnicas
de produção e na criação de máquinas para a indústria.
·
Logo verificou-se que se obtinha maior
produtividade e se aumentavam os lucros quando se empregavam máquinas em grande
escala.
Consequências da Revolução
Industrial
O longo caminho de descobertas e
invenções foi uma forma de distanciar os países entre si, no que diz respeito
ao poder econômico e político. Afinal, nem todos se industrializaram ao mesmo
tempo, permanecendo na condição de fornecedores de matérias primas e produtos
agrícolas para os países industrializados. Essas diferenças marcam até hoje as
nações do mundo que são divididas entre países desenvolvidos e em
desenvolvimento. Uma das maneiras de medir se um país é avançado é avaliar o
quanto ele é industrializado.
O pioneirismo inglês
Foi na Inglaterra que o fenômeno
da industrialização começou e por isso a Revolução Industrial Inglesa foi pioneira.
Vários fatores explicam as razões desta primazia.
A Inglaterra, possuía capital,
estabilidade política e equipamentos necessários para tomar a dianteira do
avanço da Indústria.
Desde o fim da Idade Média, parte
significativa da população se dirigia às cidades devido aos cercamentos
(enclousers) do campo. Sem terra, os camponeses acabavam entrando nas fábricas
que surgiam. Também tinha colônias na África e na Ásia que garantiam
fornecimento de matéria-prima com mão de obra barata.
Primeira Revolução Industrial
A Primeira Revolução Industrial
ocorreu em meados do século XVIII e do século XIX. Sua principal característica
foi o surgimento da mecanização que operou significativas transformações em
quase todos os setores da vida humana.
Na estrutura socieconômica,
fez-se a separação definitiva entre o capital, representado pelos donos dos
meios de produção, e o trabalho, representado pelos assalariados. Isto eliminou
a antiga organização dos grêmios ou guildas que era o modo de produção
utilizado pelos artesãos.
Desta maneira, surgem as
primeiras fábricas que abrigam num mesmo espaço muitos operários. Cada um
deverá operar uma máquina específica para realizar sua tarefa.
Primeira Revolução Industrial
A Primeira Revolução Industrial
ocorreu em meados do século XVIII e do século XIX. Sua principal característica
foi o surgimento da mecanização que operou significativas transformações em
quase todos os setores da vida humana. Na estrutura socieconômica, fez-se a
separação definitiva entre o capital, representado pelos donos dos meios de
produção, e o trabalho, representado pelos assalariados. Isto eliminou a antiga
organização dos grêmios ou guildas que era o modo de produção utilizado pelos
artesãos. Desta maneira, surgem as primeiras fábricas que abrigam num mesmo
espaço muitos operários. Cada um deverá operar uma máquina específica para
realizar sua tarefa.
Segunda Revolução Industrial
A partir do final do século XIX,
o capitalismo se tornava cada vez menos competitivo e mais monopolista. Apenas
poucas empresas ou países dominavam a produção e o comércio. Era a fase do
capitalismo financeiro ou monopolista, característica marcante da Segunda
Revolução Industrial. Nesta época, o Império Alemão surge como a
grande potência industrial. Com a abundância do minério de ferro e uma cultura
militar, os alemães, capitaneados pela Prússia, fazem reformas políticas e
econômicas que vão unificar o país e dotá-lo de uma indústria poderosa. Desde
então, se estabeleciam as bases do progresso tecnológico e científico, visando
a inovação e o constante aperfeiçoamento dos produtos e técnicas, para melhorar
o desempenho industrial.
Terceira Revolução Industrial
O ponto culminante do
desenvolvimento industrial, em termos de tecnologia, teve início em meados do
século XX, por volta de 1950, com o desenvolvimento da eletrônica. Esta
permitiu o desenvolvimento da informática e a automação das indústrias. Deste
modo, as indústrias foram dispensando a mão de obra humana e passaram a
depender cada vez mais das máquinas para fabricar seus produtos. O trabalhador
intervinha como supervisor ou em apenas algumas etapas da produção. Essa fase
de novas descobertas caracterizou a Terceira Revolução Industrial ou revolução
informática e tecnológica.
Consequências
A Revolução Industrial
representou um marco na história da humanidade — transformando as relações
sociais, as relações de trabalho, o sistema produtivo — e estabeleceu novos
padrões de consumo e uso dos recursos naturais. As consequências foram muitas e
estão relacionadas à cada fase vivida no processo evolutivo das tecnologias que
proporcionou a industrialização dos países.
Durante a Primeira Revolução
Industrial, o modo capitalista de produção reorganizou-se. As principais
consequências desse período foram:
·
substituição do trabalho humano por máquinas, o
que ampliou o êxodo rural e intensificou o crescimento urbano;
·
crescimento desenfreado das cidades, acarretando
favelização, marginalização de pessoas, aumento da miséria, fome e violência;
·
aumento significativo de indústrias e,
consequentemente, da produção;
· organização da sociedade em dois grupos: a burguesia e o proletariado.
Fontes: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/revolucao-industrial-2.htm#:~:text=As%20principais%20consequ%C3%AAncias%20da%20Revolu%C3%A7%C3%A3o,aumento%20da%20capacidade%20produtiva%20e
acesso em 14/04/2021. https://www.todamateria.com.br/revolucao-industrial/
acesso em 13/04/2021.
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