quinta-feira, 9 de julho de 2020

7º ano E F - Resistência indígena

Leia o texto e clique no local indicado para responder algumas questões.


A resistência indígena se dava pelas fugas dos aldeamentos missionários e de outros tipos de cativeiro, pela defesa das aldeias contra os Bandeirantes, por ataques a vilas e fazendas, pela colaboração com o europeu, bem como pelo suicídio quando presos. A resistência intensificava-se, sobretudo, a partir da penetração do conquistador no interior do país pela busca de metais preciosos ou na expansão das fazendas, onde estes faziam, na maioria das vezes, o uso da violência.

O domínio religioso imposto pelos portugueses tornava os nativos “submissos” ou aparentemente dóceis à dominação. Na visão dos primeiros portugueses, os índios não possuíam nenhuma religiosidade. No entanto, religiosidade e crenças míticas faziam parte da vida indígena, e uma das principais tarefas dos portugueses seria a de trazer estes índios para a verdadeira fé cristã, e que costumes como a poligamia, a antropofagia, o andar sem roupas, as bebidas, etc., fossem extintos.

A Confederação dos Cariris foi um movimento de resistência da nação Cariri (ou Kiriri) à dominação portuguesa, ocorrido entre 1683 e 1713, que envolveu nativos principalmente do Ceará e algumas tribos de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. Ela iniciou-se em resposta ao avanço de sesmeiros que invadiram as terras ocupadas pelos indígenas e provocaram vários conflitos. A revolta começou na região norte-rio-grandense do Açu, com ataques contra vilas e fazendas resultando em mortes e destruição. A pedido do governo-geral do Brasil, bandeirantes de São Paulo e de São Vicente foram requisitados para acabar com o motim. A presença dos bandeirantes não acabou com a revolta, ao contrário, disseminou-a para outras regiões e provocou a entrada de outras nações: os Anacés, Jaguaribaras, Acriús, Canindés, Jenipapos, Tremembés e dos Baiacus.

Após anos de luta, entrou em ação o regimento de ordenanças do coronel João de Barros Braga, que fora avassalador. Composta de homens conhecedores do terreno e do modo de guerrear indígena fora promovida uma expedição guerreira em 1713 que subiu pelo vale do Jaguaribe ao do Cariri, até os confins piauienses, exterminando todos os indígenas pelo caminho não importando sexo ou idade. Assim terminou a Confederação dos Cariris, apontada nos livros de História tradicionais como a "Guerra dos Bárbaros".

Fonte: VAINFAS, Ronaldo. A heresia dos índios - catolicismo e rebeldia no Brasil Colonial. São Paulo, Companhia das Letras, 1995. Disponível em: http://www.leah.inhis.ufu.br/node/60 acesso em 09/07/2020.


6º ano E F - Pólis grega e a democracia ateniense

Assista o vídeo, leia o texto e clique no local indicado para responder algumas questões. 



Pólis grega e a democracia ateniense

A Grécia Antiga era formada por inúmeras cidades-Estado, conhecidas como “pólis”. Cada pólis tinha seu próprio governo e sua independência política, social e econômica.

Culturalmente, as poleis (plural de pólis) partilhavam da mesma língua, crenças e costumes e isso caracterizava todos os habitantes da região ao Sul da península Balcânica, na Europa, como helenos (gregos).

Uma das poleis que mais se destacou foi Atenas, pois, ainda hoje cultuamoss seus legados, como os Jogos Olímpicos, o teatro, a filosofia e a democracia.

A democracia ateniense

Anterior a implementação da Democracia em Atenas, a cidade-estado era controlada por uma elite aristocrática oligárquica denominada de “eupátridas” ou “bem nascidos”, os quais detinham o poder político e econômico na polis grega.

Entretanto, com o fortalecimento de outras classes sociais (comerciantes, pequenos proprietários de terra, artesãos, camponeses, etc.), as quais requereram participar da vida política da pólis.Precionada, a aristocracia resolveu rever a organização política de Atenas, o que acabou resultando na implementação da “democracia”.

A democracia ateniense era direta, ou seja, diretamente os cidadãos votavam e decidiam sobre os rumos da cidade-Estado, diferente da atual democracia, onde os cidadãos, através do voto, elegem seus representantes, caracterizando uma democracia indireta.

Na democracia anteniense, somente aqueles que eram considerados cidadãos tinham direito à participação política. Somentes “homens” livres e nascidos em Atenas eram considerados cidadãos. Eram excluidos da cidadania ateniense: as mulheres, os estrangeiros e os escravos.


terça-feira, 7 de julho de 2020

6º ano E F - Projeto de Vida (PV) Autoconhecimento a partir do autorretrato

Habilidade socioemocional – Competências socioemocionais em foco: Autoconfiança

A sua autoimagem – Caderno do Aluno pag. 72. Obs. Este conteúdo foi adaptado para as aulas remotas.

Se ainda não assistiu a aula do CMSP transmitida no dia 01/07/2020, clique no vídeo abaixo para assistir.



Autoconhecimento a partir do autorretrato

Parte 1 – Apenas leitura e observação de imagens.

Frida Kahlo

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón nasceu em 6 de julho de 1907 em Coyoacán, no subúrbio da Cidade do México. Filha de uma mexicana com um alemão, ela foi uma grande artista, mas não só: os desafios e as lutas que enfrentou fizeram dela um ícone da causa feminista.

Aos 6 anos de idade, Frida contraiu poliomielite e teve como sequelas um pé atrofiado e uma perna mais fina que a outra. Também na infância, testemunhou tiroteios e batalhas da Revolução Mexicana e, por isso, se dizia "filha da Revolução".

Em um acidente de ônibus, aos 18 anos, Kahlo lesionou a coluna, motivo pelo qual precisou usar coletes ortopédicos pelo resto da vida. Enquanto ainda se recuperava, começou a pintar em casa como forma de matar o tempo e aliviar sua dor.

Com o passar dos anos, a saúde de Frida Kahlo foi definhando e ela passou a andar de cadeira de rodas. Muitas de suas obras foram autorretratos, nos quais exagerava sua monocelha e se colocava em situações de dor e violência.

Apesar de sofrer com seus problemas físicos, a artista foi um exemplo de resiliência e força. Em 1954, aos 47 anos, morreu de pneumonia. Mas deixou para o mundo mensagens poderosas por meio de seus quadros, de sua história de vida e de suas conquistas enquanto mulher com deficiência.

“Autorretrato com colar de espinhos e beija-flor” – 1940.
Fonte: https://www.saiacomarte.com/obra/autorretrato-2/ - acesso em 07/07/2020.


“As duas Fridas” – 1939
Fonte: https://www.culturagenial.com/obras-frida-kahlo/ - acesso em 07/07/2020.


Parte 2

Selfie

Segundo a Wikipédia, “selfie” é uma fotografia, geralmente digital, que uma pessoa tira de si mesma (autorretrato). As selfies que envolvem várias pessoas fotografadas são conhecidos como "selfies em (ou de) grupo". A palavra vem da adição ao substantivo self (em inglês "eu", "a própria pessoa") do sufixo -ie ("-inho(a)"), resultando "euzinho(a)".


  1. Responda no caderno as seguintes questões:
  2. Você sabe o que é um selfie?
  3. Você tem costume de se autofotografar?
  4. Se sim, o faz com frequência?

Parte 3

Após ter assistido a aula do CMSP do dia 01 de julho e ter visto algumas dicas, agora é sua vez de fazer uma selfie.

Dicas:
  • Escolha um local de sua casa que tenha uma boa luz para o preenchimento do cenário;
  • Se gostar, use acessórios como chapéus, óculos de sol, cachecol, que tenham a ver com você e com seus sonhos;
  • Se não quiser tirar uma foto com o celular, também é possível fazer um desenho de si.



Parte 4

  1. Você irá analisar o seu rosto e o seu corpo no espelho, observe a sua altura, a cor dos seus olhos, o formato do seu rosto, a posição das sobrancelhas, a cor do cabelo e outros.
  2. Você deverá se concentrar naquilo que mais gosta em você, ou seja, perceber e destacar seus pontos mais fortes
  3. Em seguida, numa folha de papel, irá desenhar ou escrever aquilo que observou em você.

Após ter realizado as atividades, envie (em foto) para o professor por WhatsApp 13 9819-48089 ou pelo e-mail adriano.igp@gmail.com .

sexta-feira, 3 de julho de 2020

9º ano E F - A Declaração Universal dos Direitos Humanos

Assista o vídeo, leia o conteúdo e siga as orientações para a realização da atividade.


Habilidade – (EF09HI16) Relacionar a Carta dos Direitos Humanos ao processo de afirmação dos direitos fundamentais e de defesa da dignidade humana, valorizando as instituições voltadas para a defesa desses direitos e para a identificação dos agentes responsáveis por sua violação.

Objetos de conhecimento – A Organização das Nações Unidas (ONU) e a questão dos Direitos Humanos.

Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento marco na história dos direitos humanos. Elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo, a Declaração foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948, por meio da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações. Ela estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos.

Desde sua adoção, em 1948, a DUDH foi traduzida em mais de 500 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes.

Algumas das características mais importantes dos direitos humanos são:

  • Os direitos humanos são fundados sobre o respeito pela dignidade e o valor de cada pessoa;
  • Os direitos humanos são universais, o que quer dizer que são aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas;
  • Os direitos humanos são inalienáveis, e ninguém pode ser privado de seus direitos humanos; eles podem ser limitados em situações específicas. Por exemplo, o direito à liberdade pode ser restringido se uma pessoa é considerada culpada de um crime diante de um tribunal e com o devido processo legal;
  • Os direitos humanos são indivisíveis, inter-relacionados e interdependentes, já que é insuficiente respeitar alguns direitos humanos e outros não. Na prática, a violação de um direito vai afetar o respeito por muitos outros;
  • Todos os direitos humanos devem, portanto, ser vistos como de igual importância, sendo igualmente essencial respeitar a dignidade e o valor de cada pessoa.




Atividade:

Escreva um texto entre 5 e 15 linhas expondo seu ponto de vista sobre a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Esta atividade pode ser enviada por várias formas:
  1. clicando no lonk abaixo e acessando um Formulário Google;
  2. no e-mail adriano.igp@gmail.com ;
  3. pelo whatsApp 13 881948089.

8º ano E F - A independência do Haiti


Com uma população de 10 milhões de habitantes e um território pouco menor que o estado de Alagoas, o Haiti é hoje a nação mais pobre do continente americano. Cerca de 56% da população está abaixo da linha da pobreza absoluta; uma expectativa de vida de 58,1 anos; 39% de analfabetismo; 49% de crianças sem escolarização; 75% da população sem acesso à água potável.



Vamos para a história 

Independência do Haiti

Após a eclosão da Revolução Francesa em 1789, diversos movimentos de independência se inspiraram no ideal de igualdade, liberdade e fraternidade propagados pelos iluministas e o Haiti foi o primeiro país latino-americano a se tornar independente da França, por meio da Revolução Haitiana.
A população haitiana era constituída de cerca de 500 mil habitantes, seno 35 mil brancos, 30 mil mestiços livres e mais de 430 mil escravos negros oriundos da África Ocidental.

Percebendo que estavam em maioria, os escravos negros formaram uma rebelião liderada por Toussaint L’Overture e pelo líder religioso Dutty Boukman para se livrar do domínio da França.
Em 1791, L’Overture instigou os escravos a dizimarem a população mandatária branca, que cada vez mais restringia a liberdade de seus vassalos com políticas racistas. As tropas francesas continuaram resistindo por um bom tempo,  mas logo foram derrotadas pelos escravos, que receberam apoio de exércitos ingleses e espanhóis.

L’Overture chegou a assumir o governo de Saint Domingue em 1801, mas acabou sendo aprisionado pelas tropas de Napoleão Bonaparte. Morreu em péssimas condições dois anos depois, em Paris.
Porém, os escravos continuaram demonstrando força e resistência perante os franceses. Em 1804, o ex-escravo Jean-Jacques Dessalines formou uma nova frente de negros escravos e assumiu o Império da ilha, que passou a se chamar Haiti – nome dado pelas primeiras populações indígenas de São Domingos, que significa “a terra das montanhas”.

Apesar da longa batalha, as consequências da independência do Haiti foram muito negativas. Livres da França, os países que mantinham relações comerciais com a ilha ficaram com medo de que esse ato de rebelião se expandisse para as colônias americanas e acabaram fechando todos os pactos comerciais selados.

Além de ter de pagar uma quantia grotesca de indenização para a França, o Haiti sofreu uma grave crise econômica, principalmente após a morte de Dessalines, em 1806.
O país chegou a ser dividido em dois regimes, um monárquico e outro republicano. Somente em 1820 os territórios foram reunificados por Jean Boyer, que adotou o sistema republicano.



quinta-feira, 2 de julho de 2020

7º ano E F - A colonização portuguesa no Brasil em imagens

Observe a imagem e já vá para o questionário clicando no local indicado.

 

6º ano E F - Mitologia Grega e o Jogos Olímpicos

Assista o vídeo, leia o conteúdo e faça um exercício clicando no local indicado.

Curiosidades: Você Sabia?
Os Jogos Olímpicos surgiram das narrativas gregas, onde os deuses eram homenageados por meio de jogos e competições esportivas realizados no Monte Olimpo.
Para se livrarem dos problemas ou mesmo para saber do futuro, os gregos consultavam seus oráculos para que interpretassem a vontade dos deuses.


Mitologia Grega
A Mitologia Grega reúne um conjunto de lendas e mitos que foram criados pelos gregos na antiguidade.
O objetivo principal era de explicar alguns fatos, como a origem da vida, a vida após a morte, ou até mesmo os fenômenos da natureza.
Assim, a criação das narrativas fantásticas que engobam a mitologia grega foi a maneira encontrada pelos gregos para preservarem sua história.
É importante ressaltar que a civilização grega estava baseada numa religião politeísta, ou seja, eles cultuavam diversos deuses.

Seres Mitológicos
A mitologia grega é permeada por inúmeras figuras mitológicas. Dentre as mais importantes podemos citar:
  • Heróis: considerados os semideuses, ou seja, filhos de deuses com humanos. Dos heróis gregos destacam-se: Perseu, Teseu e Belerofonte.
  • Ninfas: figuras mitológicas femininas sempre lindas e alegres e que cuidavam das florestas. Por exemplo, as Alseídes, ninfas das flores e bosques; as Dríades, ninfas dos carvalhos; as Nereidas, ninfas da água.
  • Sereias: figuras femininas que cantavam e possuíam corpo de peixe. Podiam ser representadas com asas e cabeça e busto de mulher, tal qual as Harpias.
  • Centauros: seres híbridos e fortes com corpo metade humano e metade cavalo. Destaca-se Quíron, amigo de Herácles criado por Cronos.
  • Sátiros: possuíam um corpo de homem com patas de bode e chifres. São correspondentes aos faunos da mitologia romana. Dos sátiros gregos destaca-se: Pã, o Deus dos bosques.
  • Górgonas: figuras femininas que possuíam cabelos de serpentes, por exemplo, a Medusa.

Deuses Gregos
Interessante observar que os deuses gregos eram figuras imortais e antropomórficas. Ou seja, eram deuses com formas humanas e que também possuíam sentimentos humanos como o amor, o ódio, a maldade, a inveja, a bondade, egoísmo, fraqueza.
Os deuses mais poderosos são os Deuses do Olimpo que viviam no topo do Monte Olimpo, eles são considerados os principais deuses do panteão grego.
São 12 os principais deuses do Olimpo: Zeus, Hera, Poseidon, Deméter, Héstia, Afrodite, Apolo, Ares, Ártemis, Atena, Hefesto e Hermes.

Principais Deuses da Mitologia Grega
  • Zeus: O deus supremo do céu.
  • Hera: deusa protetora das mulheres, dos casamentos e da maternidade.
  • Poseidon: deus dos mares e dos oceanos.
  • Hades: deus dos infernos, dos mortos e do subterrâneo.
  • Afrodite: deusa do amor, do sexo e da beleza.
  • Héstia: deusa do lar e do coração.
  • Apolo: deus da luz do sol, da música, da poesia, das artes, da beleza masculina e da adivinhação.
  • Ártemis: deusa da caça, da castidade, da luz e da vida selvagem.
  • Ares: deus da guerra.
  • Eros: deus da paixão, do sexo, do amor.
  • Atena: deusa da sabedoria, da justiça, das artes, da guerra e da serenidade. Considerada a protetora da cidade de Atenas.
  • Cronos: deus do tempo.
  • Deméter: deus da colheita e da agricultura.
  • Perséfone: rainha do submundo e deusa das flores e frutos.
  • Dionísio: deus das festas, do prazer e do vinho.
  • Hermes: deus do comércio e das comunicações; mensageiro dos deuses, protetor dos comerciantes e dos viajantes.
  • Hefesto: deus do fogo, dos metais e do trabalho.
  • Gaia: deusa da terra.
  • Pã: deus das florestas, dos bosques, dos campos e dos pastores.



Auto avaliação - Projeto de Vida - Tutoria

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