quarta-feira, 12 de agosto de 2020

6º ano E F (PV) - Aprender a gerir seus estudos

Para começar, assista o seguinte vídeo



Agora, responda algumas questões levando em consideração todas as disciplinas da escola:

Clique AQUI para responder as questões 


TAREFA

Usando sua imaginaão criatividade, faça um calendário semanal de estudos e envie para seu professor. Utilize uma folha de caderno, uma régua, lápis, caneta e outros materiais. Também pode fazer a agenda mágica, conforme apresentada na aula do CMSP no dia 12/08/2020.

Após ter feito seu calendário semanal de estudos, tire uma foto e envia ao seu professor pelo e-mail: adriano.igp@gmail.com ou pelo WhatsApp 13 98194-8089


6º ano E F - A Pax Romana

Extensão máxima do Império Romano durante o reinado de Trajano, em 117 e. c.


A Pax Romana é um grande período de paz e prosperidade que existiu no Império Romano de 27 a. e. c. até o ano 180 d. e. c. e foi importante na manutenção do poder romano sobre as regiões que havia conquistado. O termo que está em latim – idioma oficial de Roma – significa “Paz Romana” e foi aplicado sobre todos os territórios que estavam sob o controle desse grande império.

Surgimento da Pax Romana

Com o início do reinado de Augusto César em 27 a. e. c., um período de turbulência social e política em Roma que abalou a estabilidade do Império foi encerrado. Brigas pelo poder, golpes políticos, conspirações, assassinatos e rebeliões de escravos foram parte do turbulento final da República Romana. Além dessa questão interna, Roma controlava uma vastidão de territórios habitados por diferentes povos das mais variadas culturas – e que, muitas vezes, eram hostis à presença romana.

A Pax Romana foi, ao mesmo tempo, uma forma de garantir a produtividade da economia romana e de controlar as regiões conquistadas e foi justificada por oferecer “benefícios” aos outros povos.

Por meio da sua Pax Romana, Roma procurava levar o seu modo de vida e seus valores culturais (romanizar) para as regiões que controlava. Para isso, as legiões romanas eram fundamentais, pois a presença das tropas romanas já possibilitavam a expansão da cultura romana. Em casos de rebeliões, por exemplo, os soldados estavam posicionadas para reaver controle e punir rigorosamente todos aqueles que colocavam em risco a “paz”. Além disso, as tropas eram posicionadas propositalmente em regiões de fronteira para impedir invasões e saques de terras romanas. Por esses mecanismos, Roma garantia o controle sobre os povos conquistados e mantinha a produtividade nessas regiões, tão importante para o abastecimento do Império. Assim,

“[…] a pax romana deve ser considerada muito mais do que um mero período histórico. Existem nesta expressão, primeiramente, ações políticas e militares que procuraram garantir uma relativa estabilidade neste tão extenso Império; e, em segundo lugar, há um forte teor ideológico que procurava mascarar o sistema de perseguição, exploração, morte e assimetrias existentes no Império”.

Além da importante presença das legiões, o Império Romano procurava manter a população satisfeita com grandes obras que impulsionavam o desenvolvimento local, como estradas, aquedutos e outras construções importantes. Assim, ao posicionar estrategicamente seus soldados para espalhar a cultura romana e esmagar possíveis rebeliões e desenvolver a infraestrutura, Roma conseguiu garantir o seu maior período de prosperidade. Vale ressaltar ainda que a Pax Romana garantia a paz desde que fosse útil aos interesses romanos, pois, caso surgisse vozes de oposição, a repressão acontecia de imediato, principalmente pelo uso da violência.

 Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/pax-romana.htm#:~:text=A%20Pax%20Romana%20%C3%A9%20um,as%20regi%C3%B5es%20que%20havia%20conquistado. Acesso em 12/08/2020.


Clique AQUI para responder as questões  

segunda-feira, 27 de julho de 2020

6º ano E F (PV) - Missão Permanente: jornada de desenvolvimento socioemocional.

Assista a aula do , CMSP do dia 22 de julho (opcional), leia o conteúco e clique no local indicado para responder duas questões.


Aula referente a página 73 do Caderno do Aluno 2º bimestre).

A competência criativa
Para refletir:
Reflita sobre s seguinte frase de Manoel de Barros;
“Meu quintal é maior do que o mundo”.
O quintal de Manoel de Barros não se limitava a seu espaço físico, pois ia além através de sua imaginação.
Imagine que seu mundo pode ser maior do que voce pensa. Exerça sua capacidade induvidual para imaginar isso.

Relembrando as principais competências socioemocionais:
empatia ( se colocar no lugar do outro, porém, sem julgamento);
respeito (respeitar todas as pessoas);
tolerância ao estresse (regular sentimentos ruins, ter um autocontrole sobre as dificuldades);
tolerância a frustração (capacidade de regular o sentimento perante aquilo que não deu certo, é a capacidade de aceitar um NÃO quando você esperava um SIM;
autoconfiança (capacidade de ser otimista, acreditar no seu potencial até mesmo nas dificuldades;
organização (ser organizado para realizar o planejado).



sexta-feira, 24 de julho de 2020

9º ano E F - A Crise de 1929

Assista o vídeo, analise o "mapa mental", leia os textos e responda as questões para consolidar a realização dessa atividade.



A crise de 1929 (Grande Depressão)

Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a economia dos Estados Unidos se tornou a mais importante do mundo. Haja vista que, com a destruição que a guerra provocou na Europa, a produção econômica de grandes potências, como a Inglaterra e a Alemanha, não mais se sobrepunha aos outros países, pois estava em processo de recuperação. Sendo assim, os EUA, ao tempo que conseguiam uma produção econômica muito grande, pois tinham compradores dentro e fora do país, também estimulavam a oferta de crédito pra estes compradores, bem como a política de aumento salarial para empregados. Entretanto, sempre quando havia um período de pequena recessão, isto é: decréscimo na produção econômica, o governo intervinha no mercado aplicando mais crédito (dinheiro e títulos da Bolsa de Valores) para reparar os danos.

A medida de expansão de crédito tornava as taxas de juros artificiais, sem lastro com as reservas de crédito reais, que eram ancoradas na poupança. Os investidores que tinham ações na Bolsa de Valores de Nova Iorque recebiam um sinal falso da expansão de crédito e, consequentemente, acabavam por ampliar os seus negócios, aumentar salários, e investir ainda mais. Este processo gerou uma “bolha inflacionária”, pois, em 1929, chegou um momento em que não se podia mais esconder o caráter artificial da expansão econômica: havia muito dinheiro emitido circulando, mas sem valor real com a produção. Já sob o governo Hoover, a Bolsa de Valores de Nova Iorque, responsável pela administração dos investimentos aplicados e do crédito emitido, entrou em colapso.

As principais consequências da Crise de 1929 foram o desemprego em massa, a falência de várias empresas, tanto do setor industrial quanto do setor agrícola, e a pobreza, que assolou grande parte da população americana. Muitos países que estavam atrelados ao sistema de crédito americano também sofreram uma grande recessão em suas economias. O Brasil, por exemplo, teve que queimar café, principal produto da época, para poder valorizar o seu preço.

As soluções para a crise foram aplicadas, principalmente, por Franklin Delano Roosevelt e sua política do New Deal (Novo Acordo), que procurou replanejar a economia americana.

O New Deal (Novo Acordo)

O New Deal foi influenciado pela teoria econômica de John Maynard Keynes, economista britânico que apontava a necessidade da mediação econômica do Estado para garantir o bem-estar da população, ação que o liberalismo seria incapaz de realizar. A estratégia de planejamento econômico estatal aproximava o New Deal dos planos quinquenais adotados na URSS, que intensificaram a industrialização soviética em um período de profunda crise econômica do capitalismo ocidental.

Para enfrentar a crise econômica e social nos EUA, Roosevelt utilizou os trabalhos de um grupo de renomados economistas inspirados em Keynes para elaborar o New Deal, cujo principal objetivo era criar condições para a diminuição do desemprego, através da articulação de investimentos estatais e privados. As principais medidas foram:

As medidas alcançaram êxito, revigorando novamente o capitalismo norte-americano, ao ponto de estudos afirmarem que dez anos após a implantação do New Deal, os EUA se aproximaram dos patamares econômicos em que se encontravam em 1929.

O New Deal influenciou as políticas econômicas na Europa ocidental, no que ficou conhecido como Welfare State, políticas de bem-estar social que proporcionaram o boom econômico do pós-guerra. O Estado garantia uma distribuição menos desigual de renda e criava infraestruturas necessárias a uma vida digna para a maioria da população, investindo em saúde, educação e transporte.

Somente na década de 1970, com as graves crises que assolaram o mundo capitalista, que as medidas keynesianas, como o New Deal, foram sendo substituídas e dando lugar a novas políticas de orientação liberal. Começava a época do neoliberalismo econômico.

8° ano E F - A Independência do Brasil

Assista o vídeo, leia o texto e responda algumas questões. Para responder as questões clique no local indicado.


Independência do Brasil

A independência do Brasil aconteceu em 1822, tendo como grande marco o grito da independência que foi realizado por Pedro de Alcântara (D. Pedro I), às margens do Rio Ipiranga, no dia 7 de setembro de 1822. Com a independência do Brasil declarada, o país transformou-se em uma monarquia com a coroação de D. Pedro I.

As causas da independência do Brasil

A independência do Brasil tem uma grande ligação com a transferência da corte portuguesa para a colônia, em 1808. Os acontecimentos que se passaram no intervalo de tempo entre 1808 e 1822 levaram ao desgaste na relação entre a elite brasileira, sobretudo a do Sudeste, com o Reino de Portugal.

A corte portuguesa resolveu mudar-se para o Brasil, no fim de 1807, para fugir das tropas napoleônicas que invadiram Portugal em represália pelo país ter furado o Bloqueio Continental.
Mudanças sensíveis aconteceram no Brasil nesse período, que ficou conhecido como Período Joanino. Essas mudanças ocorreram no campo cultural, econômico e até mesmo político. A primeira medida de grande repercussão na época foi a abertura dos portos do Brasil, em 1808. Esse foi o fim do monopólio comercial que existiu durante o período colonial.


A mudança status do Brasil, durante o Período Joanino, é claramente identificada por meio de uma ação realizada Em 16 de dezembro de 1815 o Brasil foi elevado à condição de reino e passou a não ser mais colônia portuguesa, mas sim parte do reino de Portugal, Brasil e Algarves.

Revolução Liberal do Porto

A situação de Portugal naquele momento era muito ruim, pois o país enfrentava uma crise política e econômica em consequência da invasão francesa. Para agravar a situação dos portugueses, o rei d. João VI estava no Rio de Janeiro, distante demais dos problemas da metrópole.

A burguesia portuguesa organizou-se nas Cortes, instituição política que se baseou em princípios liberais. Daí nasceu a Revolução Liberal do Porto, que defendia a realização de reformas em Portugal. A grande exigência dos liberais portugueses era que Portugal, e não o Brasil, deveria ser a sede do reino português.

Dentro desse contexto, os liberais portugueses passaram a exigir o retorno do rei para Portugal, e d. João VI não tinha nenhuma intenção de fazê-lo. Os portugueses também exigiram que o monopólio comercial fosse restabelecido no Brasil, e essas exigências demonstraram para a elite brasileira o desejo dos portugueses de restaurarem os laços coloniais com a colônia.

O rei português passou a ser ameaçado de ser destituído do trono se não retornasse, e, assim, acabou retornando para Portugal, em 26 de abril de 1821. Seu filho, Pedro de Alcântara, foi deixado no Rio de Janeiro como príncipe regente do Brasil.

Principais acontecimentos da independência do Brasil

A independência do Brasil aconteceu na medida em que a elite brasileira percebeu que o desejo dos portugueses era restabelecer os laços coloniais. Quando a relação ficou insustentável, o separatismo surgiu como opção política, e o príncipe regente acabou sendo convencido a seguir esse caminho.

As Cortes de Portugal tomaram medidas que foram impopulares aqui no Brasil, tais como a exigência do retorno do príncipe regente e a instalação de mais tropas no Rio de Janeiro. Além disso, a relação azedava também porque os portugueses tratavam os representantes brasileiros que iam a Portugal para negociar com desdém.

Quando os portugueses exigiram o retorno do princípe a Portugal, foi organizado um movimento de resistência contra a medida. Dessa forma, foi criado aqui no Brasil o Clube da Resistência, e o Senado brasileiro recebeu uma carta contendo milhares de assinaturas que defendiam que príncipe ficasse aqui.

Consequências da independência do Brasil

  • Entre as consequências do processo de independência do Brasil, podem ser mencionados:
  • Surgimento do Brasil enquanto nação independente;
  • Construção da nacionalidade “brasileira”;
  • Estabelecimento de uma monarquia nas Américas (a única no continente junto da haitiana e mexicana);
  • Endividamento do Brasil por meio de um pagamento de 2 milhões de libras como indenização aos portugueses.


Fontes: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/independencia-brasil.htm - acesso em 24/07/2020.   https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/independencia-brasil-1822.htm#:~:text=Independ%C3%AAncia%20do%20Brasil%20foi%20declarada,Pedro%20I.&text=Por%20meio%20da%20independ%C3%AAncia%2C%20o,a%20ser%20uma%20na%C3%A7%C3%A3o%20independente. – acesso em 24/07/2020.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

7º ano E F - A colonização na América Espanhola em obras de Diego Rivera

Diego Rivera (fotografia de Carl van Vechten, 1932).
“Diego Rivera (1886-1957) foi um dos maiores artistas plásticos mexicanos do século XX. É considerado um dos mais destacados pintores do movimento denominado ‘Muralismo Mexicano’. Dono de um espírito revolucionário, Rivera buscou apresentar sua arte para o público de maneira singular. Assim, em detrimento das pinturas de cavalete, pintou grandes murais. Propôs uma arte vanguardista de grande expressividade. A partir de uma linguagem direta e repleta de conteúdo histórico, social e cultural, foca-se principalmente nos temas nacionais, ou seja, na história do povo mexicano”. Fonte: https://www.todamateria.com.br/diego-rivera/ - acesso em 23/07/2020.
Nesta atividade será feita uma análise da colonização da América espanhola e suas consequências a partir de algumas obras de Diego Rivera.

Fontes para realização desta atividade:

6º ano E F - Roma Antiga

Estátuas de Rômulo e Remo sendo alimentados por uma loba estão espalhadas por toda a cidade. Foto: Artem Avetisyan / Shutterstock.com


A cidade de Roma que conhecemos hoje é bastante diferente da cidade antiga, fundada há quase três milênios. Isso porque, no período, Roma não representava apenas uma cidade, mas se transformou em um Estado poderoso, que fez de Roma um dos principais centros do mundo antigo. Por isso, é dessa época a famosa frase, até hoje utilizada: “todos os caminhos levam à Roma”.

Roma é uma palavra que designa não apenas uma cidade, mas também um Estado que inicialmente foi formado por populações indo-europeias, especialmente os latinos e os sabinos, que falavam o latim. O mito fundador de Roma é a lenda que conta a história de dois irmãos gêmeos: Rômulo e Remo. Rômulo teria sido o fundador de Roma e seu primeiro rei. Embora a história da fundação de Roma seja marcada por contos lendários, como o dos irmãos gêmeos nutridos por uma loba, entende-se que a fundação de Roma representa não apenas a fundação de uma cidade, mas também a conquista da Península Itálica que se espalhou por todo o Mar Mediterrâneo.

A região onde Roma se desenvolveu, a península itálica, era dominada pelos etruscos, um povo que vivia ao norte de Roma, e tem uma cadeia montanhosa central com clima ameno e com chuvas constantes. Isso significa que as terras eram férteis e propícias tanto para a agricultura como para a criação de gado. Além disso, pela proximidade do Mar Tirreno ocupava uma posição estratégica para o desenvolvimento do comércio. Por isso a região apresentava um grande potencial para economia, seja com as plantações de insumos como trigo e cereais, seja com a criação de animais ou mesmo com o desenvolvimento comercial.

São poucos os registros sobre a fundação de Roma. As narrativas mais antigas datam de séculos após a sua fundação, e misturam-se com as lendas e mitos sobre o evento. O que se sabe se deve não só aos registros escritos de Tito Lívio (59 a.C. 0 19 d.C.), mas também às escavações arqueológicas e às interpretações de historiadores estudiosos da antiguidade. Acredita-se que Roma tenha sido fundada na Região do Latium (ou Região do Lácio, na Itália central), onde se falava o latim, língua que se alastrou pelo mundo e que deu origem, inclusive, ao idioma português, que nas palavras de Olavo Bilac era “a última flor do Lácio”.

Entre os anos de 753 a.C. e 509 a.C. Roma viveu, sob uma monarquia, um período de crescimento e transformação em cidade, incorporando diversas reformas, com a construção de espaços públicos, de fortificações, de calçadas, de sistemas de esgotos. A partir de 509 a.C. inicia-se o período conhecido por República Romana.

Assim, a história da Roma Antiga pode ser dividia em três períodos. O primeiro deles foi a Monarquia, que vigorou desde a fundação até 509 a.C. O segundo período foi a República, quando os patrícios se revoltaram contra os etruscos – povo do norte – e instauraram a República, sendo liderados por Brutus, o líder dos que se revoltaram e também o primeiro líder da nova República. A República romana durou até o ano de 27 a.C., quando houve a formação do Império Romano, que caracteriza o terceiro período. O Império durou até 395 d.C., quando foi dividido em Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente, o primeiro com capital em Roma e o segundo com capital em Constantinopla.



A sociedade romana



A estrutura social que se erigiu nessa civilização teve como base principal os patrícios e os plebeus. Além desses, havia ainda os clientes, os escravos e os proletários.

Os patrícios formavam a elite social e política romana. Os principais cargos políticos de destaque, durante muito tempo, só podiam ser ocupados por patrícios. Esse grupo da sociedade era herdeiro dos primeiros clãs de pastores que se estabeleceram no Lácio e fundaram a cidade romana. Esses clãs eram de povos latinos e organizavam-se sob o modelo de páter-famílias, chefe de família patriarcal, daí vem a denominação “patrício”. Sendo assim, os patrícios, por tradição, eram os grandes proprietários de terras da antiga Roma. Possuíam, portanto, o controle político e econômico.

Já os plebeus, ou a plebe, como também eram conhecidos, constituíam a camada da população que não tinha ascendência patrícia. A maioria dos plebeus era constituída de pequenos proprietários de terras, artesãos e comerciantes. Boa parte das crises sociais da Roma Antiga, bem como das tentativas de reforma, como a dos irmãos Graco, derivou da insatisfação dos plebeus.

Além desses dois grupos, havia ainda os clientes. Estes eram agregados dos patrícios e deles recebiam estadia e proteção. Em troca, ofereciam todo tipo de serviço, daí vem a expressão moderna da análise política “clientelismo”, que expressa a relação de subordinação de um grupo social a outro em troca de pequenos benefícios.

Na estrutura social romana, havia ainda os escravos e os proletários. Os primeiros eram considerados bens de posse daqueles que os compravam ou os capturavam, além de serem desprovidos de qualquer representatividade política ou direitos em meio à sociedade romana. Os escravos podiam ser tanto escravos por dívidas quanto povos capturados e conquistados nas campanhas militares romanas.

Já os proletários, isto é, os proletarii, recebiam essa denominação porque sua única expressividade social consistia em gerar prole (filhos) – daí a origem do termo proletário. Eles compunham a parte da sociedade que ficava sob o jugo do Estado e que, quase sempre, servia para engrossar as fileiras mais frágeis do exército romano.




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