9° ano E F - Primeira República: a nossa Bandeira. Análise de questões, acertos e correções.
A primeira questão com a resposta correta. Abaixo o indicador de respostas dadas pelos alunos(as).
Abaixo temos a segunda questão com as respostas dadas por vocês alunos(as).
Confira sua resposta.
Veja a sugestão de resposta correta dada pelo professor:
R. Comparando as duas bandeiras podemos perceber a utilização das mesmas cores, porém, na bandeira do Brasil Impéria havia pequenos detalhes em vermelho. Na bandeira do Império havia o Brasão Imperial no centro, já na atual bandeira brasileira, consta no centro, um circulo representando uma constelação onde cada estrela representa um estado brasileiro (Unidades da Federação - UF) e no centro do círculo uma faixa com a inscrição "Ordem e Progresso".
Abaixo a terceira questão com a resposta correta e, na sequência, o indicador de respostas dadas por vocês alunos(as).
Minhas competências para a construção
do meu sonho
Essa atividade pode
ser realizada junto a uma pessoa mais velha que possa estar auxiliando.
As habilidades socioemocionais pertencem a um conjunto de
competências que o indivíduo tem para lidar com as próprias emoções.
“Essas competências são utilizadas cotidianamente nas
diversas situações da vida e integram o processo de cada um para aprender a
conhecer, conviver, trabalhar e ser”, explica a educadora*. “Ou seja, são parte
da formação integral e do desenvolvimento do ser humano. São habilidades que
você pode aprender, praticar e ensinar.”
* Cristina Favaron Tugas, Diretora Pedagógica do Centro
Educacional da Fundação Salvador Arena (CEFSA), de São Bernardo do Campo (SP).
Essas competências socioemocionais englobam:
empatia;
respeito;
tolerância ao estresse;
tolerância a frustração;
auto confiança;
organização.
Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.
Assista o vídeo
O respeito mútuo é um princípio de convívio humano que deve ser considerado base para a construção de uma sociedade civilizada, com educação e justiça entre diferentes grupos sociais, étnicos, econômicos, culturais e etc.
Assista o próximo vídeo e reflita sobre respeito e desrespeito
Tolerância ao estresse é a competência que ajuda a
regular a ansiedade e responder a situações estressantes com calma, sem deixar
que as preocupações impeçam a resolução de problemas. A tolerância ao estresse
é um dos componentes da resiliência emocional, que é o que nos permite manter
um equilíbrio diante de contextos adversos ou situações de risco. Para isso, é
preciso lidar com sentimentos como raiva, ansiedade e medo, por exemplo, sem
que isso abale a confiança. Ou seja, a tolerância ao estresse é uma das
competências para saber lidar com situações que nos tiram de nossa zona de
conforto e que exigem calma e discernimento, o que envolve autoconhecimento e
saber se apoiar na própria força interior, estando atento ao modo com que se
reage às frustrações, sejam elas pequenas ou grandes.
Tolerância a frustração pode ser entendida como a
capacidade do indivíduo para lidar com situações em que experiencia de
frustração, isto é, a impossibilidade ou dificuldade de concretização dos seus objetivos ou
necessidades.
Autoconfiança em termos simples significa confiança em si mesmo. Para inspirar confiança aos outros, é necessário aprender a ter confiança em si.
Organização é a ação ou efeito de organizar; ato ou resultado de se organizar.
Observe as imagens, leia o texto e depois clique no local indicado para ser derecionado(a) ao formulário de questões.
A importância das fontes histórica
Fontes Históricas
Quaisquer vestígios deixadso por
pessoas e que possam ser estudados e utilizados como pistas para desvendar passado
são considerados fontes históricas.
Pede ser uma objeto, uma pintura,uma
escultura, um monumento, uma construção, uma página de jornal, um livro, um diário, uma
pintura, um filme, uma música, uma lenda e até mesmo um relato falado por uma pessoa
que vivenciou um momento histórico ou por ser um morador muito antigo que
acompanhou toda transformação de um determinado lugar.
Fontes ou registros escritos: o
tipo de fonte histórica mais comum são dos documentos escritos. Há dois tipos
de documentos escritos, os oficiais e os não oficiais.
São exemplos de documentos
escritos oficiais:
certidão de nascimento, certidão
de casamento, atestado de óbito, álvaras (permição de funcionamento de um
estabelecimento comercial, por exemplo), carteira de trabalho, documento de reservisra,
carteira de identidade (RG), entre outros.
Os exemplos de documentos
escritos não oficiais são:
Cartas, diários, manchetes de
jornais e revistas, livros, cadernos preenchidos de anotações, textos
literários, letras de músicas, impressões antigas em rochas ou metais e muitos
outros.
Fontes materiais: geralmente
são os objetos, tais como utensílios domésticos, ferramentas, máquinas, armas,
construções, ruínas, monumentos, fósseis, sambaquis, e até mesmo as pinturas rupestres são
consideradas fontes materiais.
Fontes visuais ou iconográficas:
geralmente são as pinturas e as fotografias.
Fontes orais: esse tipo de
fonte histórica é muito importante e se refere aos relatos, entrevistas, contos
de lendas, histórias pessoais ou de vivência de acontecimentos.
Fontes músicais e
audiovisuais: são as músicas instrumentais ou cantadas, os filmes,
decumentários, séries, novelas, teatro e os vídeos de modeo geral.
Veja o infográfico abaixo, ele pode ajudar a entender um pouco mais.
Leia os textos para entender melhor.
Revolução Francesa
A Revolução Francesa, iniciada no dia 17 de junho de 1789,
foi um movimento impulsionado pela burguesia e que contou com uma importante
participação dos camponeses e das massas urbanas que viviam na miséria.
Contexto Histórico
No final do século XVIII, a França era um país agrário, com
a produção estruturada no modelo feudal. Para a burguesia e parte da nobreza
era preciso acabar com o poder absoluto do rei Luís XVI, cujo reinado teria
arruinado a economia francesa.
Enquanto isso, do outro lado do Canal da Mancha, a
Inglaterra, sua rival, desenvolvia o processo de Revolução Industrial.
Fases da Revolução Francesa
Para fins de estudo dividimos a Revolução Francesa em três fases:
Primeira fase (1789-1792): Monarquia Constitucional;
Segunda fase (1792-1794): Convenção - 1792/1793 e Terror;
Terceira fase (1794-1799): Diretório.
Causas
A burguesia francesa, preocupada em desenvolver a indústria
no país, tinha como objetivo destruir as barreiras que restringiam a liberdade
de comércio internacional. Desta forma, era preciso que se adotasse na França,
segundo a burguesia, o liberalismo econômico.
A burguesia exigia também a garantia de seus direitos
políticos, pois era ela quem sustentava o Estado, posto que o clero e a nobreza
estavam livres de pagar impostos.
Apesar de ser a classe social economicamente dominante, sua
posição política e jurídica era limitada em relação ao Primeiro e ao Segundo
Estados.
Iluminismo
O iluminismo surgiu na França, se propagou entre os
burgueses e propulsionou o início da Revolução Francesa.
Este movimento intelectual destinava duras críticas às
práticas econômicas mercantilistas, ao absolutismo, e aos direitos concedidos
ao clero.
Seus autores mais conhecidos foram Voltaire, Montesquieu,
Rousseau, Diderot e Adam Smith.
Crise Econômica e Política
A crítica situação econômica, às vésperas da revolução de
1789, exigia reformas urgentes e gerava uma grave crise política. Ocorreu uma
onda de falências, acompanhada de desempregos e queda de salários, arruinando o
comércio nacional.
As crises econômicas se juntaram às políticas, com demissão
de ministros que haviam convocado a nobreza e o clero para contribuírem no
pagamento de impostos.
Pressionado pela crise, o rei Luís XVI convoca os Estados
Gerais, uma assembleia formada pelas três divisões da sociedade francesa:
Primeiro Estado - composto pelo clero;
Segundo Estado - formado pela nobreza;
Terceiro Estado - composto por todos aqueles que não
pertenciam ao Primeiro nem ao Segundo Estado, no qual se destacava a burguesia.
O Terceiro Estado, mais numeroso, pressionava para que as
votações das leis fossem individuais e não por Estado. Somente assim, o
Terceiro Estado poderia passar normas que os favorecessem.
No entanto, o Primeiro e o Segundo Estado recusaram esta
proposta e as votações continuaram a ser realizadas por Estado.
Desta forma, reunidos no Palácio de Versalhes, o Terceiro
Estado e parte do Primeiro Estado (baixo clero) se separam da Assembleia.
Em seguida, declaram-se representantes da nação, formando a
Assembleia Nacional Constituinte e jurando permanecer reunidos até que ficasse
pronta a Constituição.
Monarquia Constitucional (1789-1792)
No dia 26 de agosto de 1789 foi aprovada pela Assembleia a
Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
Esta Declaração assegurava os princípios da liberdade, da
igualdade, da fraternidade (“Liberté, égalité, fraternité” - lema da
Revolução), além do direito à propriedade.
A recusa do rei Luís XVI em aprovar a Declaração provoca
novas manifestações populares. Os bens do clero foram confiscados e muitos
padres e nobres fugiram para outros países. A instabilidade na França era
grande.
A Constituição ficou pronta em setembro de 1791. Dentre os
muitos artigos podemos destacar:
·o governo foi transformado em monarquia
constitucional;
·o poder executivo caberia ao rei, limitado pelo
legislativo, constituído pela Assembleia;
·os deputados teriam mandato de dois anos;
·o voto não teria caráter universal: só seria
eleitor quem tivesse uma renda mínima (voto censitário);
·suprimiu-se os privilégios e as antigas ordens
sociais;
·confirmou-se a abolição da servidão e a
nacionalização dos bens eclesiásticos;
·manteve-se a escravidão nas colônias.
O Terror (1792-1794)
Internamente, a crise começava a provocar divisão entre os
próprios revolucionários.
Os girondinos - representantes da alta burguesia, defendiam
posições moderadas.
Por sua parte, os jacobinos - representantes da média e da
pequena burguesia, constituía o partido mais radical, sob a liderança de
Maximilien Robespierre.
Foi assim instalada a ditadura jacobina que introduziu
novidades na Constituição como:
·Voto universal e não censitário;
·fim da escravidão na colônias;
·congelamento de preços de produtos básicos como
o trigo;
·instituição do Tribunal Revolucionário para
julgar os inimigos da Revolução.
Nessa altura, foram ordenadas a morte, pela guilhotina, de
várias pessoas que eram contra a revolução. As execuções tornaram-se um
espetáculo popular, pois aconteciam diversas vezes ao dia num ato público.
O próprio rei Luís XVI foi morto desta forma em 1793. Meses
depois a rainha Maria Antonieta também foi guilhotinada. Essa fase, entre 1793
e 1794, é conhecida como “O Terror”.
A Lei dos Suspeitos aprovava a prisão e a morte cruel dos
anti revolucionários. Nessa mesma altura, as igrejas eram encerradas e os
religiosos obrigados a deixar seus conventos. Aqueles que recusavam eram
executados. Além da guilhotina, os suspeitos eram afogados no rio Loire.
Para os ditadores, essas execuções eram uma forma justa de
acabar com os inimigos. Essa atitude causava terror na população francesa que
se voltou contra Robespierre e o acusou de tirania.
Nessa sequência, após ser detido, também Robespierre foi
executado na ocasião que ficou conhecida como “Golpe do 9 Termidor”, em 1794.
Diretório (1794-1799)
A fase do Diretório dura cinco anos de 1794-1799 e se
caracteriza pela ascensão da alta burguesia, os girondinos, ao poder. Recebe
este nome, pois eram cinco diretores que governavam a França neste momento.
Inimigos dos jacobinos, seu primeiro ato é revogar todas as
medidas que eles haviam feito durante sua legislação.
No entanto, a situação era delicada. Os girondinos atraíram
a antipatia da população ao revogar o congelamento de preços, por exemplo.
Vários países europeus como a Inglaterra e o Império
Austríaco ameaçavam invadir a França a fim de conter os ideais revolucionários.
Por fim, a própria nobreza e a família real no exílio, buscavam organizar-se
para restaurar o trono.
Diante desta situação, o Diretório recorre ao Exército, na
figura do jovem e brilhante general Napoleão Bonaparte para conter os ânimos
dos inimigos.
Desta maneira, Bonaparte dá um golpe - o 18 Brumário - onde
instaura o Consulado, um governo mais centralizado que traria paz ao país por
alguns anos. Fonte: https://www.todamateria.com.br/revolucao-francesa/ acesso em 07/05/2020.
Para quem ainda tem alguma dúvida e quer fazer uma revisão, o próximo vídeo pode ajudar.
As Grandes navegações também são entendidas como a "expansão marítima" e se deu no contexto do Renascimento. Sem o avanço tecnológico, a coragem de enfrentar o desconhecido e uma nova visão de mundo, a descoberta da América, por exemplo, não seria possível.
Leia o texto a seguir:
Empreendimento
marítimo e comercial ocorrido nos séculos XV e XVIII
Entre os séculos XV e XVIII os europeus iniciaram um grande
empreendimento marítimo que ficou conhecido como expansão marítima europeia.
Isso só foi possível quando no final da Idade Média o
feudalismo sofreu profundas transformações e abriu espaço para uma nova
estrutura econômica baseada no lucro.
Essa nova realidade fez com que os governos buscassem
alternativas para o desenvolvimento da economia.
Nesse contexto, a expansão marítima europeia teve como
finalidade principal a superação da crise econômica dos séculos XIV e XV e o
desenvolvimento da economia mercantil com a conquista de novos mercados.
Esse evento marítimo expansionista dos europeus em busca das
relações comerciais culminou ainda na descoberta de vários territórios,
inclusive do território brasileiro.
Fatores que
motivaram a expansão marítima
Diversos fatores contribuíram para a expansão marítima
europeia. Entre eles:
• monopólio árabe-italiano no Mediterrâneo que impulsionou a
busca de novas rotas marítimas;
• exploração de metais preciosos para a cunhagem de moedas;
• investimento financeiro das monarquias nacionais aos
projetos náuticos;
• centralização política dos reinos absolutistas;
• aliança política entre os reis e a burguesia mercantil
interessada na lucratividade da expansão ultramarina;
• divulgação da fé cristã para povos de outros territórios;
• aperfeiçoamento das técnicas navais.
Outro importante fator que corroborou ainda mais para a
expansão marítima europeia foi o Renascimento urbano e comercial.
Esse novo contexto cultural trouxe um outro olhar para as
questões humanas, espirituais e naturais. Anteriormente, as teorias
teocêntricas da Igreja Católica disseminavam concepções infundadas sobre os
oceanos, como a existência de monstros tenebrosos nas profundezas dos mares e
zonas tórridas.
O espírito aventureiro e de conquista adotado pelos nos
navegadores europeus os fizeram superar toda e qualquer ideia arcaica acerca
das navegações.
Outra atividade importante foi o desenvolvimento da arte da
ciência náutica, com o uso da bússola, do astrolábio, o quadrante, as
caravelas, as cartas de marear e a vela triangular.
O
pioneirismo marítimo de Portugal
A formação da monarquia portuguesa com a Revolução de Avis,
em 1385, e a aliança política com o grupo mercantil interessado no comércio
marítimo, possibilitou com que o país fosse pioneiro na expansão marítima
europeia.
Os portugueses já tinham uma tradição pesqueira que os davam
habilidades com os mares. Mas foi na Escola de Sagres que iniciaram muitos
projetos náuticos e alavancaram o empreendimento comercial das navegações.
A Escola de Sagres foi instaurada pelo infante português D.
Henrique, na vila portuguesa de Sagres, em meados do séc. XIV. Muitos
navegadores e interessados na arte náutica aprenderam o manuseio de ferramentas
importantes para as navegações.
Além disso, A Igreja Católica realizou muitas missas e
benção especiais para as expansões marítimas portuguesas por motivos
religiosos, e também econômicos. A razão disso é que com o comércio marítimo os
dízimos aumentariam a receita do clero.
Os navegadores portugueses tomaram a região do Celta, no
norte da África, em 1415, local inicial do domínio expansionista marítimo
português.
Em 1492, Portugal dominou o comércio marítimo do oceano
Atlântico. Posteriormente, iniciou-se o périplo africano que conquistou muitos
comércios de especiarias, como o de marfim e de ouro.
Consequências
da expansão marítima europeia
O comércio em escala mundial foi ampliado graças as grandes
navegações da expansão marítima europeia. Por isso, muitos historiadores
denominam as relações comerciais do século XV ao XVII de Revolução Comercial.
O mar Mediterrâneo era monopolizado pelos árabes-italianos,
através das rotas terrestres das cidades italianas de Gênova e Veneza. Depois
da expansão marítima europeia o eixo econômico passou a ser o oceano Atlântico.
A mudança do eixo econômico valorizou a cidade portuguesa de
Lisboa. Posteriormente, a cidade espanhola de Sevilha.
O comércio marítimo europeu ainda ocasionou o surgimento do
colonialismo e da exploração das riquezas das terras descobertas. Sobre isso,
leia abaixo um trecho do texto de Burns:
“Calcula-se que quando Colombo descobriu a América a
quantidade de ouro e prata em circulação na Europa não ultrapassava duzentos milhões
de dólares. Por volta de 1600, o volume de metais preciosos naquele continente
atingira o pasmoso total de um bilhão de dólares. Parte dele era fruto das
pilhagens feitas pelos espanhóis nos tesouros dos incas e astecas, mas o grosso
provinha das minas do México, da Bolívia e do Peru (...). Nenhuma outra causa
influiu de maneira tão decisiva no desenvolvimento da economia capitalista”.
A exploração enriqueceu os reis e a burguesia e colocou o
povo em uma estrema pobreza. As consequências dessa relação comercial
exploratória se estenderam e formaram países com economias desenvolvidas e
subdesenvolvidas.
Leias os textos, assista o vídeo e responda o formulário de questões.
Para responder o formulário, clique no local indicado para ser direcionado ao questionário.
A Constituição de 1891
"A Constituição da República dos
Estados Unidos do Brasil de 1891, ou Constituição de 1891, foi a primeira
constituição republicana do país, promulgada em dois anos de negociações após a
queda do imperador D. Pedro II. Inspirada no exemplo norte-americano e moldada
pela filosofia francesa do positivismo, foi esta a constituição que estabeleceu
as principais características do Estado brasileiro contemporâneo, como o modelo
presidencialista e federativo, o voto direto (ainda que masculino e não
secreto) para representantes do executivo e legislativo, a separação entre
Estado e religião (laicidade) e a independência entre os três Poderes, bem como
o fim de instituições monárquicas como o Poder Moderador e o Conselho de
Estado. Relativamente estável, esta Constituição durou até a Revolução (ou
Golpe) de 1930, sofrendo apenas uma grande alteração neste período (as Emendas
Constitucionais de 1926)."
“Os coronéis sempre exerceram a política de troca de
favores, mantinham sob sua proteção uma enorme quantidade de afilhados
políticos, em troca de obediência rígida. Geralmente, sob a tutela dos
coronéis, os afilhados eram as principais articulações políticas. Nas áreas
próximas à sua propriedade rural, o coronel controlava todos os votos
eleitorais a seu favor (esses locais ficaram conhecidos como “currais
eleitorais”).
Nos momentos de eleições, todos os afilhados (dependentes)
dos coronéis votavam no candidato que o seu padrinho (coronel) apoiava. Esse
controle dos votos políticos ficou conhecido como voto de cabresto, presente
durante toda a Primeira República, e foi o que manteve as oligarquias rurais no
poder.”
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/republica-oligarquica.htm - acesso em 05/05/2020.
Já pensou nas suas "pontencialidades"? Ah, não sabe o que é potencialidades?
Se liga...
Potencialidades são as capacidades que cada pessoa tem em realizar determinadas atividades. Exemplos: talento de desenhar, de cantar, de tocar, de calcular, de interpretar textos, de dançar, de práticar algum tipo de esporte, etc..
Veja só!
O projeto de vida tem como objetivo organizar o seu percurso, ou seja, o seu caminho na construção do seu sonho.
Portanto, para planejar esse caminho é importante que você reconheça as suas potencialidades.
Abaixo tem um vídeo que mostra um menino acomodado e que não acredita que pode fazer outras coisas legais além de jogar vídeo game.
Assista o vídeo, faça uma
reflexão (pense sobre o vídeo) e tente perceber quais são suas potencialidades.
A família como apoio na construção dos nossos sonhos
Atividade 2
Nossa família é fundamental para nos ajudar a construir
nosso sonho e nosso projeto de vida. Pensando nisso, assista o próximo vídeo.
Depois de assistir o vídeo, é comum lembrar de alguém. De quem você lembrou? Não precisa responder, apenas pense.
Quando precisamos resolver uma situação ou um problema e não
sabemos como, geralmente procuramos ajuda e o melhor lugar para encontrá~la é em nossa família, na nossa casa.